Chegaram na sala colados um no outro.
Sentaram no sofá e mataram a sede na saliva.
Cheia de tesão, Verônica sentou-se em cima de Luiz, metendo a língua quente a fundo dentro de sua boa, nuca, orelha pescoço, assustando o rapaz, que estava crente de estar no comando…
Mas mesmo assim não se intimidou, e respondeu à altura passando a mão por aquele corpo aveludado e gostoso, chegando até os seios, que além de fartos estavam metidos dentro de uma blusa branca com babado de renda e zíper na frente, que o fazia lembrar do filme “Lolita”. A blusa era colada e tinha um decote absurdo e maravilhoso, que deixavam aqueles seios mais deliciosos do que pareciam ser.
Resolveu prová-los.
Abriu um pouco o zíper e colocou-os para fora…
Enquanto um era manipulado, amassado e dedilhado por aquela mão grande e gostosa de Luiz, o outro era lambido, tinha os bicos levemente mordidos, beijados…
Verônica gemia alto, com as mãos quase a arrancar os cabelos daquele garoto irresistível…já estava toda molhada, rebolava sensualmente num vai e vem delicioso em cima daquele volume todo.
Luiz se colocou de pé com ela e deitou no chão frio,devido ao calor, fazendo-lhe um convite ousado de vir junto com ele.
Ela por sua vez, coloca seus seios de volta na blusa, liga o ventilador e como uma fêmea no cio, deita em cima dele ondulando seus quadris levemente, o beijando intensamente a boca, o pescoço…
Mete a língua em sua orelha, desce, tira sua camiseta e morde-lhe seus bicos, assim como fez com os dela, beija e mordisca-lhe a barriga… chega enfim à calça…abre o zíper e vê-se maravilhada com o dote do menino..
Mete a mão por dentro da cueca, aplicando-lhe aquela “massagem”… e volta a sentar em cima dele.
Começou a rebolar no seu pau duro que havia deixado dentro da cueca…. e o volume crescia cada vez mais que o rebolado ondulado se intensificava.
Luiz gemia baixo e sem parar.
- Você gosta dessa posição é?
Ele só gemia
- Gosta?
- Sim…
Então ficaram naquele frenesi enlouquecedor até o telefone tocar.
Ela tentou sair pra atender, mas ele a segurou com firmeza na sua bunda não a deixando sair…
Então deitou de quatro em cima dele e foi subindo por seu corpo, roçando sua calcinha molhada pela barriga, passando pelo peito, pescoço, até que parou com sua buceta em direção a boca de Luiz… pegou o telefone e atendeu…
- Alô?
- Filha?
- Oi mãe…
- Oi filha tudo bem?
- ….
Luiz, hipnotizado por aquele cheiro de fêmea, começou a mordiscar sua buceta numa tentativa frustrada de arrancá-la da calcinha…
Não conseguindo, auxiliou-se com um dedo, afastando o tecido e se viu maravilhado diante de todo aquele mel… não pensou duas vezes, e meteu a língua a dentro…
Verônica perdera todos os seus sentidos, e mal conseguia escutar o que sua mãe estava falando de tanto tesão… o ritmo do quadril ia aumentando, aumentando e aumentado…
- Hein?
- Hein o quê?
- Pô Vê…não anotou o número?
- Que número?
- Ah esquece…
- Não…fala aí…
- Então vai pegar o papel, senão tu esquece…
Se levantou, indo em direção à uma mesa baixinha,
Começou a anotar as coisas que sua mãe pedia, quando de repente sentiu um tranco em seu quadril, e um corpo todo debruçado por trás dela, entregando-lhe um bilhete…
“Agora eu é que vou te excitar”
Então, levantou a saia de Verônica, encaixou seu pau em sua buceta, (ambos ainda dentro das roupas) e rebolou com maldade nela… rebolou de todos os jeitos…roçando, pra cima, pra baixo, esfregando, estucando…
Verônica queria que Luiz metesse logo aquele cacete nela… mas ele queria provocá-la excitá-la até não aguentar mais…
Enquanto “ouvia” sua mãe, abria a boca num desespero de querer gritar o tesão, mas Luiz se curvou sobre seu corpo, chegando em seu ouvido, dizendo-lhe:
“- sssssshhhhhh….nem pensa em gritar…quer que sua mãe ouça você sendo comida?
Aquela sensação de sentir-se dominada, a excitou tanto que a fez desligar o telefone, jogá-lo no chão, curvar-se mais na mesa de modo que sua bunda se empinasse mais ainda…
- Mete logo…
- Ainda não…tá com pressa é?
Ainda de costas, pegou-a pela barriga, encostando-a toda em seu corpo…
Em sua bunda podia sentir aquele pau latejando numa batida enlouquecedora.
As mãos de Luiz, deslizavam sobre a blusa de Verônica que foi aberta pelo zíper lentamente… tirou-a.
Ele novamente se apodereu daqueles seios….apertava-os…
Desceu pela barriga, deixando uma mão lá, conduzindo toda a sacanagem, desde que descobrira quer ali era o ponto MUITO FRACO de Verônica enquanto a outra mão escorregava por dentro da saia, e da calcinha dela…sentiu o a pele macia daquela xota lisinha e enfiou um dedo, depois outro e outro, e ficou ali a masturbá-la com fervor enquanto ela se contorcia toda de tesão.
Num súbito segundo, Verônica virou-se de frente pra ele, colocou-o encostado na mesa, roçando sua buceta dentro da calcinha enxarcada em seu pau… roçou, roçou roçou muito, fazendo-o gozar na própria cueca…
Foram caminhando em direção ao quarto…
Ele a deitou na cama, mas não adianta…Verônica queria dominar…ele deixou.
Subiu em cima dele, a beijá-lo todo pela orelha, boca, pescoço braços, peitos, barriga….
Quando chegou em baixo, Luiz já estava com metade da calça tirada…ela concluiu e tirou-a toda…
Subiu o beijando pelas pernas, coxas, virilhas, chegando em seu pau duro.
Beijou-o e o mordiscou por cima da cueca….ele gemia…
Verônica então, com pena, tirou a cueca dele e sem ao menos esperar um segundo devorou aquele pau delicioso com toda gula que havia dentro dela…estava louca por ele…pela textura, o cheiro, o gosto…
Lambeu as laterais, a cabeça… colocou uma bola na boca, depois a outra.. arranhava aquele membro com os dentes…mordiscava-lhe sua cabeça….engolia-lhe…dentro de sua boca aquela cabeça latejava muito, cada vez mais, até que gozou em sua boca o fazendo gritar de tesão.
Ela sobe com aquele olhar safado e diz com todas as letras em malícia para sentir o seu próprio gosto…e beijou-o.
Mas agora era a vez dele
Verônica teria o troco.
Virou-a de costas na cama…
Arranhava-lhe as costas, mordia o pescoço, a nuca…desceu e lambeu o cox, a bunda, o cuzinho e a xota molhada….depois virou-a de frente e beijou-lhe os pés fazendo-a gemer, avançou pelas pernas, coxas, virilha, e deu apenas pequenas linguadas em sua buceta, com a ponta da língua….
- Mete!
- Não…ainda não..
E subiu pela barriga, pescoço, e boca, e descia novamente dentre aqueles seios fartos…lambia, puxava os bicos, mordia, sugava, e Verônica nas alturas…tinha agora barriga devorada por aquele menino cheio de fome…desceu em direção à sua buceta e não ousou a ameaçar nenhuma brincadeira desta vez…
Meteu sua língua a dentro…mordiscou seus lábios gostosos os aranhando entre os dentes, lambeu, chupou, sugou todo aquele mel que saía de dentro daquele rebolado frenético…delícia
Ela gozou em sua boca….
Luiz a olhou nos olhos já sabendo o que ela ia dizer…
- Me come agora!
E sem responder, ele obedeceu… enterrou aquele cacete todo num tranco só fazendo com que Verônica gritasse muito alto….
Subiu, desceu devagar, subiu e desceu aumentando, dimuindo, intensificando, entrando, estucando, enfiando, embaralhando…gozando, parando…
E ficaram encaixados até ele dizer:
- Agora eu te quero em cima..
- Ah é?
Ela que esperava por isso desde o primeiro olhar no banco, sentou nele, mas nem penetrar… só ficou roçando a sua buceta melada em cima dos pelos daquele cacete delicioso…roçava e gemia muito…
Pegou seu pau duríssimo, e lentamente o encaixou dentro de si, descendo bem levemente sentindo todas as sensações que aquele momento a proporcionava…
Quando já o tinha todo dentro de si, começou a cavalgada…
Para trás para frente, subindo descendo, frente e trás, rebolando, roçando, rebolando, cavagalgando, gemendo, gritando, urrando, enlouquecendo…
E num grito de ambos na mesma sintonia, gozaram ali juntos, se sentindo, se mesclando, e por fim se separando um do outro e voltando para os seus devidos serviços…
Afinal, não é todo dia que sua chefe pede para ir ao banco fazer um depósito e dar uma “volta pelas redondezas”, não é mesmo??
Obs: Verônica e Luiz, trocaram telefones pra um outro suposto encontro.

