Continuação…

Posted Dezembro 19, 2007 by ♥
Categories: Volúpia

. 

Chegaram na sala colados um no outro.
Sentaram no sofá e mataram a sede na saliva.
Cheia de tesão, Verônica sentou-se em cima de Luiz, metendo a língua quente a fundo dentro de sua boa, nuca, orelha pescoço,  assustando o rapaz, que estava crente de estar no comando…

Mas mesmo assim não se intimidou, e respondeu à altura passando a mão por aquele corpo aveludado e gostoso, chegando até os seios, que além de fartos estavam metidos dentro de uma blusa branca com babado de renda e zíper na frente, que o fazia lembrar do filme “Lolita”. A blusa era colada e tinha um decote absurdo e maravilhoso, que deixavam aqueles seios mais deliciosos do que pareciam ser.
Resolveu prová-los.
Abriu um pouco o zíper e colocou-os para fora…
Enquanto um era manipulado, amassado e dedilhado por aquela mão grande e gostosa de Luiz, o outro era lambido, tinha os bicos levemente mordidos, beijados…
Verônica gemia alto, com as mãos quase a arrancar os cabelos daquele garoto irresistível…já estava toda molhada, rebolava sensualmente num vai e vem delicioso em cima daquele volume todo.

Luiz se colocou de pé com ela e deitou no chão frio,devido ao calor, fazendo-lhe um convite ousado de vir junto com ele.
Ela por sua vez, coloca seus seios de volta na blusa, liga o ventilador e como uma fêmea no cio, deita em cima dele ondulando seus quadris levemente, o beijando intensamente a boca, o pescoço…
Mete a língua em sua orelha, desce, tira sua camiseta e morde-lhe seus bicos, assim como fez com os dela, beija e mordisca-lhe a barriga… chega enfim à calça…abre o zíper e vê-se maravilhada com o dote do menino..
Mete a mão por dentro da cueca, aplicando-lhe aquela “massagem”… e volta a sentar em cima dele.
Começou a rebolar no seu pau duro que havia deixado dentro da cueca…. e o volume crescia cada vez mais que o rebolado ondulado se intensificava.
Luiz gemia baixo e sem parar.

- Você gosta dessa posição é?

Ele só gemia

- Gosta?
- Sim…

Então ficaram naquele frenesi enlouquecedor até o telefone tocar.
Ela tentou sair pra atender, mas ele a segurou com firmeza na sua bunda não a deixando sair…
Então deitou de quatro em cima dele e foi subindo por seu corpo, roçando sua calcinha molhada pela barriga, passando pelo peito, pescoço, até que parou com sua buceta em direção a boca de Luiz… pegou o telefone e atendeu…
 
- Alô?
- Filha?
- Oi mãe…
- Oi filha tudo bem?

-   ….
 
Luiz, hipnotizado por aquele cheiro de fêmea, começou a mordiscar sua buceta numa tentativa frustrada de arrancá-la da calcinha…
Não conseguindo, auxiliou-se com um dedo, afastando o tecido e se viu maravilhado diante de todo aquele mel… não pensou duas vezes, e meteu a língua a dentro…
Verônica perdera todos os seus sentidos, e mal conseguia escutar o que sua mãe estava falando de tanto tesão… o ritmo do quadril ia aumentando, aumentando e aumentado…
 
- Hein?
- Hein o quê?
- Pô Vê…não anotou o número?
- Que número?

- Ah esquece…
- Não…fala aí…
- Então vai pegar o papel, senão tu esquece…

Se levantou, indo em direção à uma mesa baixinha,
Começou a anotar as coisas que sua mãe pedia, quando de repente sentiu um tranco em seu quadril, e um corpo todo debruçado por trás dela, entregando-lhe um bilhete…
 
“Agora eu é que vou te excitar”
 
Então, levantou a saia de Verônica, encaixou seu pau em sua buceta, (ambos ainda dentro das roupas) e rebolou com maldade nela… rebolou de todos os jeitos…roçando, pra cima, pra baixo, esfregando, estucando…
Verônica queria que Luiz metesse logo aquele cacete nela… mas ele queria provocá-la excitá-la até não aguentar mais…
Enquanto “ouvia” sua mãe, abria a boca num desespero de querer gritar o tesão, mas Luiz se curvou sobre seu corpo, chegando em seu ouvido, dizendo-lhe:

“- sssssshhhhhh….nem pensa em gritar…quer que sua mãe ouça você sendo comida?

Aquela sensação de sentir-se dominada, a excitou tanto que a fez desligar o telefone, jogá-lo no chão, curvar-se mais na mesa de modo que sua bunda se empinasse mais ainda…

- Mete logo…
- Ainda não…tá com pressa é?

Ainda de costas, pegou-a pela barriga, encostando-a toda em seu corpo…
Em sua bunda podia sentir aquele pau latejando numa batida enlouquecedora.
 
As mãos de Luiz, deslizavam sobre a blusa de Verônica que foi aberta pelo zíper lentamente… tirou-a.
Ele novamente se apodereu daqueles seios….apertava-os…
Desceu pela barriga, deixando uma mão lá, conduzindo toda a sacanagem, desde que descobrira quer ali era o ponto MUITO FRACO de Verônica enquanto a outra mão escorregava por dentro da saia, e da calcinha dela…sentiu o a pele macia daquela xota lisinha e enfiou um dedo, depois outro e outro, e ficou ali a masturbá-la com fervor enquanto ela se contorcia toda de tesão.
Num súbito segundo, Verônica virou-se de frente pra ele, colocou-o encostado na mesa, roçando sua buceta dentro da calcinha enxarcada em seu pau… roçou, roçou roçou muito, fazendo-o gozar na própria cueca…
 
Foram caminhando em direção ao quarto…
Ele a deitou na cama, mas não adianta…Verônica queria dominar…ele deixou.
Subiu em cima dele, a beijá-lo todo pela orelha, boca, pescoço braços, peitos, barriga….
Quando chegou em baixo, Luiz já estava com metade da calça tirada…ela concluiu e tirou-a toda…
Subiu o beijando pelas pernas, coxas, virilhas, chegando em seu pau duro.
Beijou-o e o mordiscou por cima da cueca….ele gemia…
Verônica então, com pena, tirou a cueca dele e sem ao menos esperar um segundo devorou aquele pau delicioso com toda gula que havia dentro dela…estava louca por ele…pela textura, o cheiro, o gosto…
Lambeu as laterais, a cabeça… colocou uma bola na boca, depois a outra.. arranhava aquele membro com os dentes…mordiscava-lhe sua cabeça….engolia-lhe…dentro de sua boca aquela cabeça latejava muito, cada vez mais, até que gozou em sua boca o fazendo gritar de tesão.
Ela sobe com aquele olhar safado e diz com todas as letras em malícia para sentir o seu próprio gosto…e beijou-o.
 
Mas agora era  a vez dele
Verônica teria o troco.

Virou-a de costas na cama…
Arranhava-lhe as costas, mordia o pescoço, a nuca…desceu e lambeu o cox, a bunda, o cuzinho e a xota molhada….depois virou-a de frente e beijou-lhe os pés fazendo-a gemer, avançou pelas pernas, coxas, virilha, e deu apenas pequenas linguadas em sua buceta, com a ponta da língua….
 
- Mete!
- Não…ainda não..
 
E subiu pela barriga, pescoço, e boca, e descia novamente dentre aqueles seios fartos…lambia, puxava os bicos, mordia, sugava, e Verônica nas alturas…tinha agora barriga devorada por aquele menino cheio de fome…desceu em direção à sua buceta e não ousou a ameaçar nenhuma brincadeira desta vez…
Meteu sua língua a dentro…mordiscou seus lábios gostosos os aranhando entre os dentes, lambeu, chupou, sugou todo aquele mel que saía de dentro daquele rebolado frenético…delícia
Ela gozou em sua boca….
 
Luiz a olhou nos olhos já sabendo o que ela ia dizer…
 
- Me come agora!
 
E sem responder, ele obedeceu… enterrou aquele cacete todo num tranco só fazendo com que Verônica gritasse muito alto….
Subiu, desceu devagar, subiu e desceu aumentando, dimuindo, intensificando, entrando, estucando, enfiando, embaralhando…gozando, parando…
 
E ficaram encaixados até ele dizer:
 
- Agora eu te quero em cima..
- Ah é?

 
Ela que esperava por isso desde o primeiro olhar no banco, sentou nele, mas nem penetrar… só ficou roçando a sua buceta melada em cima dos pelos daquele cacete delicioso…roçava e gemia muito…
Pegou seu pau duríssimo, e lentamente o encaixou dentro de si, descendo bem levemente sentindo todas as sensações que aquele momento a proporcionava…
Quando já o tinha todo dentro de si, começou a cavalgada…
Para trás para frente, subindo descendo, frente e trás, rebolando, roçando, rebolando, cavagalgando, gemendo, gritando, urrando, enlouquecendo…
 
E num grito de ambos na mesma sintonia, gozaram ali juntos, se sentindo, se mesclando, e por fim se separando um do outro e voltando para os seus devidos serviços…
 
Afinal, não é todo dia que sua chefe pede para ir ao banco fazer um depósito e dar uma “volta pelas redondezas”, não é mesmo??
 
 
Obs: Verônica e Luiz, trocaram telefones pra um outro suposto encontro.

Uma tarde no banco…

Posted Dezembro 18, 2007 by ♥
Categories: Volúpia

…

Eram duas horas da tarde, e Verônica estava no marasmo da recepção onde trabalhava…
Era uma empresa de tecnologia musical…ainda pequena, em fase de crescimento…
Já havia adiantado quase todo seu serviço, olhado os e-mails, telefonado para as amigas, conversado no messenger, e o tempo passando lentamente…
Passava tão, mas tão devagar, que ela estava quase pensando que entre um segundo e outro, havia o infinito…
Até que foi surpreendida por sua chefe…

- Vê, faz um favor pra mim?
- Opa, claro…diz aí…
- Vai ali no banco fazer um depósito
por favor?
- Ah vou sim…
- Ok, obrigada…a quantia é essa…  faz na boca do caixa tá?
- Tudo bem…pode deixar…
- Ah, e se quiser dar uma volta pelas redondezas, vai tranqüila… pelo que me lembro a última vez que o telefone tocou, foi há duas horas atrás…

- hehehe…tá bom…valeu!

E seguiu para o banco que ficava praticamente a três minutos do prédio onde trabalhava… assim como sua casa que ficava pertinho também…
Chegou ao banco, e seguiu para a fila que estava razoavelmente grande…
Colocou-se em seu lugar, e ficou ali a observar as pessoas a sua volta…
Mulheres, crianças, idosos, gerentes bocejando, a tv sem volume, o motoboy se escanhalhando de rir com o colega…

E de tanto prestar atenção, nem percebera que estava sendo observada também.
E quando percebeu, rubourizou-se, pois podia ver que o rapaz que a observava, simplesmente a devorava com aquele olhar.
Ele sorriu, ela sorriu de volta, e foi o pontapé inicial e suficiente para que ele saísse de seu lugar na fila (um pouco mais à frente) para cumprimentá-la.

- Oi…tudo bem?
- Tudo, e você?
- Demais…qual o seu nome?
- Verônica.
- Hum…muito, mas muuuiito prazer em te conhecer…eu sou o Luiz….

Ele pegou a sua mão esquerda para um comprimento formal, e a outra foi para a cintura, como comprimento informal…. ao sentir aquele toque leve, Verônica sentiu sua temperatura se elevar.

- Muito pazer também.

A fila andava e chegara a vez de Luiz no caixa…

- Te espero lá fora pra conversar tá?
- Aham…tudo bem….

Ele foi atendido, e ao sair do banco, com aquele olhar, dera o sinal novamente de que a esperaria do lado de fora.

Infinitos 15 minutos se passaram…
E ao terminar, não disse nem obrigada à moça do caixa, como de costume…seu único pensamento estava do lado de fora do banco.

Ele estava lá…encostado em sua moto…alto, moreno, olhos esverdeados, LINDO! Todo cheiroso dentro de uma blusa amarela, calça jeans, tênis…bem informal…parecia ter seus 19 anos…
Verônica tinha 23.

- É muito novo, ela pensava…

Deu um toquinho em seu ombro… e ele nada surpreso responde longa e docemente…

- Oooooi linda…
- Oi…

E começaram uma conversa que não durava nem quinze minutos, quando ele cortando o que ela estava dizendo, deslizou a mão pelo braço de Verônica e disse:

- Você é linda demais!
- Você também…

Ela passou as mãos pelos braços dele, subindo até o ombro por dentro da blusa.
Ele com as mãos a passear pela cintura dela…
Se chegaram… ele sentiu o perfume dela, ficou maluco, excitado… era de perder os sentidos…altamente afrodisíaco.
Imediatamente deu-lhe um beijo atrás de sua orelha, que a fez afastar-se e ir com sua boca em direção à dele…
E se beijaram…quente, gostosa e quase que ardentemente….

E enquanto o beijo acontecia, ela pensava…

- Ele é muito novo..um menino! Caramba, nunca fiz isso…nunca beijei um estranho…

Mas o beijo era tão enlouquecedor que atrás desses pensamentos parecia ter uma borracha… ia esquecendo tudo o que pensava…
Ela interrompeu o beijo, na tentativa de dizer não à si mesma…
Ele mordiscou seus lábios levemente, e encostou todo o seu corpo no dele, de forma que o espaço entre si, eram somente o tecido de seus jeans…
E aí ela se entregou ao beijo novamente, cada vez mais quente, mais intenso…
Sentia que um tímido volume começava a brotar no meio dos dois, quando de repente, desgarrou-se dele, e lhe disse:

- Quer ir pra minha casa?
- Você mora sozinha?
- Não…
- Mas não tem ninguém lá agora?
- Não….

- Certeza?
- Vamos?
- Vamos!

Subiram na moto…
Ela indicou o caminho, e seguiram…
A sensação de estar sentada de pernas abertas naquela moto, e abraçada ao seu mais novo e literalmente novo amante, a fazia lembrar daquela sensação maravilhosa de uma bela cavalgada….mexia os quaris de leve na moto, imaginando que logo logo estaria em cima de seu menino…queria muito cavalgar…muito!

Chegaram em casa…estacionou a moto na garagem.

Ao abrir o portão, um dedo passeando pelo contorno de seu belo quadril,
Ao abrir a porta, um deslize de mão na barriga por dentro da blusa.
Ao fechar a porta, dois corpos grudados encostados na mesma no meio de um beijo sem o menor pudor…

- Quer um pouco de água?
- Geladíssima, por favor…

Tomaram a água, e quando ela ainda estava terminando, não sentiu só uma mão ou um dedo, mas o corpo inteiro de Luiz interagindo com o seu…
Ficou tão excitada que deixou o copo cair no chão…

E seguiram para a sala com todo intuito, cheiro e sentido de e na sacanagem…

                                                                                                                              Continua?

Início

Posted Dezembro 16, 2007 by ♥
Categories: Volúpia

Segundo o Aurélio (dicionário):

.
Voluptuosidade: Volúpia.

Volúpia: Grande prazer dos sentidos, sobretudo o prazer sexual; voluptuosidade.

.

.
Algo melhor??